Guia completo: o que é rotina na educação infantil?

Tempo de leitura: 19 minutos

Em busca de uma formação mais sólida para seus alunos, que lhes traga benefícios futuros, como responsabilidade e consciência de suas obrigações, e sem perder a qualidade na gestão escolar, muitas instituições de ensino têm procurado dar mais importância à organização das atividades propostas aos estudantes desde a rotina na educação infantil.

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A recepção às crianças e as tarefas a serem realizadas durante o tempo que elas passam na escola — como a hora da merenda, da higiene e até da brincadeira — precisam ser organizadas em uma rotina a fim de que elas adquiram autonomia e responsabilidade. Além disso, dessa forma os colaboradores e professores também conseguem gerir melhor o seu tempo e atender às demandas de cada aluno.

Para atingir essa meta, é primordial saber o que é rotina na educação infantil, os benefícios que ela oferece e como pode ser implantada sem se tornar um pesadelo para a gestão pedagógica e, também, para as crianças. Continue a leitura deste artigo e saiba como fazer isso!

Conheça a rotina na educação infantil

O Ministério da Educação (MEC) estabelece o mínimo de 7 horas diárias para período integral e 4 horas para meia jornada na educação infantil, levando-se em consideração o tempo corrido que a criança permanece na escola.

Independentemente do período adotado pela instituição, a rotina na educação infantil precisa ser organizada para que não haja momentos de ociosidade, que possam gerar estresse e ansiedade ou, muito menos, períodos de agitação excessiva, que provoquem correria e afobação.

As crianças, de acordo com a faixa etária, devem ter tempo para realizar adequadamente todas as atividades sem prejuízo ao seu aprendizado. Pelo contrário, todos os momentos vivenciados na instituição devem ser oportunos para a promoção do conhecimento.

Para que a rotina seja estabelecida e, consequentemente, seus efeitos benéficos sejam vistos na escola, devem constar no cronograma as atividades em sequência, com tempo destinado a cada uma delas. Para isso, o planejamento organizado pela gestão pedagógica é fundamental.

Esse cronograma — que pode ser diário, semanal ou mensal — estabelece a ordem em que as atividades devem ser realizadas. Crianças menores requerem mais supervisão dos adultos, enquanto as mais velhas podem ir, ao longo do tempo, ganhando autonomia na realização das tarefas mais simples, como organizar o material, escovar os dentes etc. O importante é que todos os alunos estejam adequados à rotina na educação infantil desde o momento de chegada à escola, como você verá adiante.

O primeiro contato da criança com a escola é a recepção. Nesse período de entrada, os educadores devem estar disponíveis para receber os alunos e ouvir o que eles têm a dizer. Nesse momento, os pequenos devem ser instruídos a colocar seus pertences no local apropriado e aguardar o início dos trabalhos. É importante que as crianças tenham acesso a brinquedos durante esse período.

Dando início às atividades do dia, seguem-se momentos de histórias, músicas, relaxamento, brincadeiras ou aulas especializadas (como natação, judô, games e informática, dependendo da estrutura da escola).

No meio do período, recomenda-se que haja um horário para alimentação e higiene pessoal. Uma sonequinha depois do lanche é muito bem-vinda.

Na hora de ir embora, a rotina não pode ser deixada de lado: é importante guardar os materiais e organizar a mochila, pois isso demonstra aos pequenos que o momento de ir para casa se aproxima.

Mas qual é a importância de seguir uma rotina na educação infantil? Se você acha que essa postura tira a individualidade da criança, saiba que é preciso rever essa mentalidade e propagar essa iniciativa.

A importância da rotina na educação infantil

É comum presenciar pais acompanhados de crianças pequenas em locais públicos em horários muito avançados, ou ouvir relatos de mães reclamando que os filhos têm dificuldades para dormir à noite. Esses fatos, entre outros semelhantes, deixam entrever que, nessas casas, ainda não se estabeleceu uma rotina adaptada à criança.

Mesmo que os pais tenham hábitos mais noturnos, com a chegada de um bebê eles precisam organizar o tempo em função do filho, ou, no mínimo, adaptá-lo à presença do pequenino. Isso deve ser feito desde os primeiros dias de vida. É claro que, vez ou outra, pode acontecer uma ocasião especial que tire a família da rotina, mas isso não deve se transformar em hábito.

Portanto, a escola, como primeiro lugar de socialização das crianças fora do ambiente doméstico, também precisa se encarregar da missão de criar uma rotina para as crianças e estendê-la às famílias que ainda não valorizam essa preocupação. Contar com o apoio da família é fundamental para atingir os objetivos desejados.

São muitas as vantagens que a criança tem ao ser inserida em uma rotina, seja na escola, seja em casa. Confira algumas a seguir.

Vantagens da rotina na educação infantil

Adotar uma rotina na educação infantil é importante porque beneficia vários aspectos da vida da criança que se estenderão até a idade adulta. Entre essas vantagens, podemos citar:

  • desenvolvimento da autonomia: a criança cresce procurando independência e liberdade, sem depender dos responsáveis para tarefas que ela mesma pode realizar sozinha. Se ela tem noção dos horários e da sequência de atividades, organiza seu tempo e espaço e não fica à mercê dos adultos para saber o que vai acontecer;
  • desenvolvimento da linguagem e da motricidade: a capacidade de argumentação caminha junto com a responsabilidade. Isso porque, ao sofrer consequências de suas ações, o indivíduo aprende a dialogar e a se defender. A movimentação da criança também se desenvolve quando ela não tem à mão tudo o que deseja;
  • interação com os colegas e com o ambiente: como fruto da responsabilidade adquirida, também é desenvolvida a capacidade de interagir, de forma respeitosa, com os colegas e com o espaço que dividem.

Além disso tudo, a rotina permite aos educadores avaliar o aluno e as práticas pedagógicas com mais facilidade, pois podem perceber se as metas estão sendo cumpridas e, se for o caso, reorganizá-las. Por exemplo, se o professor notar que as crianças demoram para acordar do repouso, pode repensar a intensidade e a duração das brincadeiras no parquinho.

O acompanhamento escolar dos alunos também ganha em qualidade, pois os educadores promovem e avaliam o aprendizado de perto, sem acúmulo de tarefas. Veja, agora, momentos que podem ser estabelecidos nessa rotina.

Acolhida

O horário de entrada, como já apontamos, pode gerar algum tumulto e, se não for bem organizado, provoca agitação desnecessária na criança. Isso pode ser evitado ao se pensar no processo de aprendizagem desde a chegada à escola.

Uma sugestão é criar na sala um ambiente com jogos e brinquedos que possam ser utilizados pelas crianças enquanto a professora recebe os alunos e atende rapidamente algum pai mais afoito — convém orientá-lo a agendar um horário para que assuntos que demandem mais tempo sejam discutidos em outra ocasião (no momento de uma aula especializada, por exemplo).

O mesmo ocorre no momento de saída. Prepare a criança, indicando a ela que o material deve ser cuidadosamente guardado. Seus pertences devem ficar em um mesmo lugar para que nada seja esquecido (garrafinha de água, merendeira, agasalho etc.).

Todos sabemos que as seções de objetos perdidos costumam ser bem volumosas. Então, incentivar essa prática desde cedo certamente contribuirá para a formação de jovens e adultos mais zelosos e responsáveis.

Além disso, disponibilize atividades de desenho e leitura, por exemplo, enquanto as crianças aguardam para ir embora.

Momento lúdico

Nada melhor do que iniciar o dia com música! Em qualquer faixa etária, cantar alerta a criança e a desperta para as atividades que virão a seguir. Atenção: crianças gostam do que já é conhecido, pois conseguem prever o que virá. É por isso que elas são capazes de assistir ao mesmo desenho 25 vezes. Então, na hora de ensinar uma nova música, fique atento para não dispersar a atenção delas.

Aliás, no início de cada atividade pode ser entoada uma canção. Isso ajuda as crianças a perceber a mudança de tarefa, como hora da merenda ou de escovar os dentes.

Depois, faça uma roda de conversa, deixando-as livres para contar o que aconteceu em casa ou para comentar um assunto específico. Promova a interação entre as crianças, chamando à conversa aquele aluno mais tímido e ressaltando a importância de, após se expressar, escutar atentamente o que o outro tem a dizer. Essa é uma ótima oportunidade para ensinar a ouvir e a respeitar quando o coleguinha estiver narrando algum fato ou tirando alguma dúvida.

Nesse momento lúdico, pode-se ainda fazer o cronograma com os alunos, para que eles se orientem quanto às atividades do dia e mantenham a disciplina. Faça um mural bem colorido em material emborrachado ou feltro e, no início das atividades do dia, monte a programação com as crianças.

Incentive-as a, em casa, checar se o material e o uniforme estão adequados para as aulas seguintes. Conte com o apoio dos pais para isso, principalmente no caso das crianças menores.

Atividades educativas

Na educação infantil, todas as atividades desenvolvidas têm um caráter educativo. Mesmo os momentos de escovar os dentes ou brincar “livremente” no parquinho são orientados por um adulto com o objetivo de promover uma situação de aprendizado.

O que seriam, então, essas atividades educativas? São aquelas mais semelhantes a uma aula, em que o professor pode organizar jogos matemáticos ou pedir à criança que narre ou descreva uma cena ou um objeto. Enfim, sob a supervisão do professor, haverá socialização por meio de jogos e brincadeiras.

De acordo com a idade, as crianças podem ter até 4 momentos educativos ao longo do dia, desde que espaçados ou intercalados com outras atividades. Por exemplo, as menores podem ter uma atividade educativa antes do lanche e outra depois do repouso.

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Momento cultural

Sabemos a importância que o conhecimento da cultura desde a rotina na educação infantil — entendida aqui como o conjunto de valores e crenças de uma determinada sociedade — tem na vida das crianças. Explorar a própria cultura e ter contato com outras são a base para o desenvolvimento de cidadãos críticos, conscientes e, acima de tudo, tolerantes.

Como é possível levar esse conhecimento à educação infantil? Veja algumas possibilidades:

Livros

Ainda que não saibam ler, os pequenos podem, desde cedo, ter contato com esse material. Inclusive, o mercado editorial oferece livros confeccionados em diversos materiais, próprios para a educação infantil.

Portanto, não tenha receio de que eles estraguem os livros. Deixe que sejam manuseados à vontade, até mesmo alguns de papel, se for o caso. A professora pode fazer uma leitura dramatizada e mostrar as gravuras para as crianças.

Filmes

Também existem inúmeras opções no mercado próprias para os baixinhos. Um período de 20 minutos por dia é o adequado para os menores, que não conseguem reter a atenção por muito tempo. Depois da exibição, o professor pode conversar com as crianças e fazê-las falar sobre o que foi visto.

Teatro

Uma das melhores experiências artísticas, tanto para adultos como para crianças, a dramatização promove muitos benefícios, como controle de ansiedade e emoções, interação e colaboração, melhor conhecimento corporal e empostação vocal.

Uma das histórias lidas pode servir de mote para que a turminha prepare uma apresentação. Convidar familiares ou até mesmo outra sala para assistir à peça é gratificante, pois os atores mirins se sentem recompensados!

Lembre-se de que há opções também para as crianças que não querem atuar, já que tão importante quanto estar no palco é cuidar da música ou do figurino.

Música

Essa é, sem dúvida, a manifestação cultural mais democrática, pois está presente em todas as sociedades. Conhecer a música de um povo é como ver a sua alma. Por isso, apresentar aos alunos a cultura de um país ou de um povo por meio de suas composições e instrumentos utilizados é um ótimo recurso de aprendizagem.

Folclore

Danças típicas, lendas, parlendas, brincadeiras. Tudo isso pertence ao folclore de um povo ou de uma região e pode ser compartilhado com as crianças. Quando estiverem um pouco maiores, a partir dos 5 anos, e tiverem noção de espaço geográfico, elas podem ser apresentadas a brincadeiras de crianças de outros países, por exemplo, ou podem conhecer as cantigas e lendas de várias regiões do Brasil.

Não é tão difícil incluir atividades culturais na rotina das crianças, não é mesmo? Com um planejamento adequado, a educação infantil pode proporcionar um vasto conhecimento aos alunos e uma formação sólida desde a base.

Alimentação

Antes da alimentação, as crianças devem se preparar para esse momento e lavar as mãos. Dependendo da duração do turno (jornada integral ou meio período) e da organização da instituição, elas têm 2 opções: trazem o lanche de casa ou se alimentam da comida oferecida pela escola.

No primeiro caso, as crianças podem lanchar na própria sala — como dito anteriormente, cantar uma música as ajuda a perceber a mudança de atividade, pois elas sabem que acabou a pintura e começou outra tarefa, por exemplo — ou em um local específico, como refeitório, cozinha ou cantina. Se o tempo estiver ameno, vale a pena levar a turma para lanchar no parquinho ou no jardim. Peça à família que envie um guardanapo ou paninho para forrar o ambiente.

É preciso ter muita atenção ao que será oferecido à criança, pois doces, achocolatados, refrigerantes e frituras devem ser desencorajados pela escola, visto que são prejudiciais à saúde dos pequenos, que estão em pleno processo de formação de hábitos.

Uma forma de incentivar o envio de lanches mais naturais é envolver a família na semana da alimentação, conscientizando-a a adquirir hábitos de alimentação mais saudáveis.

Outro cuidado a ser tomado nesse momento é coibir a troca de alimentos entre os coleguinhas, devido aos vários casos de intolerância e restrição alimentar. Quando houver um lanche coletivo, a família deve ser notificada com antecedência para evitar qualquer problema desse tipo.

Inclusive, muitas instituições proibiram a comemoração de aniversários e festividades que envolvam o compartilhamento de alimentos, justamente em função de casos de alergias e intoxicações.

Por outro lado, escolas que trabalham com período integral oferecem lanches e refeições (almoço ou jantar) aos alunos. Nesse caso, o cardápio precisa ser balanceado, atendendo também às restrições alimentares, e preparado por um nutricionista. Esse profissional é responsável por adequar os nutrientes necessários a cada faixa etária e diversificar o cardápio, tornando-o atraente aos olhos dos pequenos.

Após o período do lanche, oriente as crianças a descartar o lixo no local adequado e a guardar seus objetos na merendeira. Se for o caso, peça que devolvam os pratos. Se houver coleta seletiva, separe o lixo orgânico do reciclável. Depois, é hora de escovar os dentinhos e descansar!

Higiene

Como apontamos acima, esse também é um momento de aprendizado, e dos mais importantes! Cada criança deve ter sua escovinha e sua pasta de dentes, que podem ficar na mochila ou na própria escola, identificadas pelo nome e turma. Mais uma vez, a equipe de apoio é essencial para ajudar principalmente os menores.

Essa prática torna-se um hábito a ser levado por toda a vida. Assim como no horário da merenda o desperdício é uma prática a ser evitada, no momento da higiene também. Além de escovar os dentes, esse momento pode ser aproveitado para ensinar sobre sustentabilidade: evitar o desperdício de água e de pasta de dentes, utilizar materiais mais simples etc.

Crianças menores, que ainda usam fralda, demandam um tempo maior de higienização. Além disso, esse é um bom momento para o banho, caso a criança permaneça na escola em tempo integral. Todos limpinhos, é hora da soneca!

Repouso

Crianças precisam de mais tempo de sono que os adultos. Aos 5 anos, a criança necessita de, no mínimo, 10 horas diárias de sono, incluindo as sonequinhas ao longo do dia.

Então, prepare um cantinho da soneca: um ambiente menos tumultuado, com pouca luz e, se possível, uma música relaxante ao fundo. Colchonetes, pufes e almofadas, tudo bem aconchegante, colaboram para criar aquele clima gostoso. As crianças poderão descansar e repor as energias para o segundo tempo na escola.

Criar uma rotina na educação infantil não é tão difícil e só trará benefícios para a criança e a família. Quer saber como fazer isso? Continue acompanhando a leitura.

Saiba como implantar a rotina na educação infantil

Depois de tudo o que dissemos acima, você pode até estar se perguntando se é preciso seguir à risca tudo o que envolve a rotina na educação infantil. Essa rotina é importante sim, mas não pode ser vista como algo irretocável ou inflexível.

Tanto para se ajustar à necessidade individual dos alunos quanto para atender à demanda da escola, alterações podem ser feitas, desde que anunciadas ou negociadas com as crianças. Vamos a alguns exemplos:

Primeiramente, imagine que várias situações podem ocorrer quando se tem 10 ou 20 crianças em uma mesma turma, cada uma com suas necessidades.

Se uma delas estiver doentinha, vai poder (ou mesmo querer) praticar uma atividade física? E se não gosta do cochilo depois do lanche, vai chorar e acordar as outras? Ou, ainda, caso a criança esteja passando por estresse decorrente de problemas em casa, como nascimento de um irmãozinho ou separação dos pais, pode ser que ela mereça atenção diferenciada durante alguns dias, pois pode ficar mais agressiva ou introspectiva, por exemplo.

Além disso, é ideal que o calendário preveja eventos temáticos ao longo do ano letivo, como festa da família, festa junina, festividades natalinas etc. Nesses momentos, toda a turma vai sofrer alteração na sua rotina em função de ensaios, decoração do ambiente, apresentação para os pais, entre outras atividades específicas.

As crianças devem ser informadas das mudanças e das atividades diferenciadas. Dessa forma, elas não ficarão ansiosas por não estarem cumprindo a agenda habitual.

Professores e equipe de apoio, se trabalharem em sintonia, facilitarão o trabalho de implantar e manter a rotina na escola. E como criar essa sintonia?

Mantenha um horário semanal para conversar com os dois grupos separadamente. Como serão eles que estarão na linha de frente no desenvolvimento das atividades, o ideal é que suas tarefas se complementem.

Um exemplo seria ajustar uma escala que preveja turmas diferentes em espaços diferentes, como em um sistema de rodízio. Cada uma terá seu tempo definido de acordo com a idade — uma criança de 2 anos gasta mais tempo com higiene do que uma de 6, por exemplo. Na hora da refeição, a equipe de apoio também precisa dar mais atenção aos pequenininhos do que aos maiores, que já sabem se servir e se alimentar sem ajuda.

Viu só como definir uma rotina na educação infantil não precisa ser uma tarefa complicada? Quando a rotina é bem estabelecida, as crianças se sentem menos ansiosas, pois já têm uma ideia de como será seu dia na escola. Além disso, essa organização também é fundamental para que professores e profissionais de apoio possam desenvolver seu trabalho da melhor forma possível.

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